Céu





Um grito profundo de dor
Uma imensidão azul infinita.
Silencioso como a morte.
Aonde estará a paz amanhã?
Aonde ela esteve hoje?

Doces melodias.
Tarde velha e desprezível,
Aonde esteve o sol
Enquanto a tempestade
Afogava os vivos e enterrava os mortos?
Mas talvez a resposta seja mais perguntas.
Vazias e incompreensíveis.

Leve, suave, branca, macia...
Quais serão as outras palavras?
Mas nunca há tempo.
Não há tempo para pensar
Apenas pra viver e ouvir
Cada nota que passeia por essa
Doce melodia.
Harmonizando com tudo.
Sempre um compasso à frente
De tudo que podemos imaginar.

Antes que seja tarde,
antes que não caibam mais palavras
Nesta página velha e incompreendida,
O céu em chamas ou vívido,
Apenas observe-o.
Talvez algum dia poderemos toca-lo.

(Autoria Própria)
Vinicius Sanches

Erros




Existem 2 erros que você faz em sua vida: o primeiro é nascer. O segundo você terá que descobrir.
Plenamente andamos em linhas planas.
Sempre há contradições sobre isso.





Desviamos nossos olhares quando e onde queremos. Apenas por satisfação. Orgulhamos de nós mesmos pela convicção do acerto. Mesmo errados acertamos nossas conciencias. Mesmo acertando, julgamos-às. Sempre pelo destino incerto. Sempre rodeado silenciosamente o que queremos. Afinal, o que queremos? Compramos tudo para viver. Roubamos sentimentos para nos escondermos. Tudo em vão. Aguardando o fim certo de tudo tão incerto.


Autor: Erik Sposito

Ciclo

Toda noite eu consigo te ouvir
Aqui.
Um suspiro, lágrimas e garrafas
No chão.
Mais um verso vazio
E sem direção.

Pensamentos gravados
Provas em minhas mãos
Um sussuro gentil
Nuvens na minha visão

Um Café frio e correntes
Em nossas mãos,
Em Palavras que escrevo,
Brasas, cigarros me abrigam
Mais um verso vazio
E sem direção.



Pensamentos gravados
Provas em minhas mãos
Um sussuro gentil
Nuvens na minha visão

Páginas apagadas
Uma mentira uma ficção.
Meu crime vazio
Sem uma chance
Sem perdão.

Paz






Profundo como uma doce lembrança,
Sem guerras e ódio,
Silêncio ensurdecedor.
Apenas a ausência da dor,
Um pequeno espaço para a vida.
Lenta e silenciosa porém conclusiva.
Enquanto voz alguma pode ser escutada
E tudo parece distante.
A única anestesia para a alma.
Obs: A única que pode resolver tudo. Tenha certeza. Quando as vozes se calarem dentro de você, quando nossas guerras interiores acabarem poderemos acabar com os outras. Apenas quando levantarmos a bandeira branca dentro de nossos próprios crimes, Nossas próprias guerras. Talvez em algum momento, quando deixarmos de morrer todos os dias.

Descrição

Tenha um ótimo dia, independente do horário em que está lendo esta publicação, prezado leitor. Este blog foi criado com o intuído de popularizar e circular o que há de melhor em poemas, textos e poesias em nosso planeta.
Com o intuito também de mostrar a todos que sempre há uma nova saída para cada situação criada. 
A maioria das escrituras aqui grafadas serão de autoria própria de seus respectivos posters, sendo que algumas podem ser retiradas de outros sites com suas devidas fontes.
Seja Bem Vindo!

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